Tuesday, 25 August 2009
Leiria - A capital da Região Centro?
Leiria, a par de Coimbra, é o município com mais habitantes da região centro, sendo os residentes fixos cerca de 130 mil superando Aveiro, Viseu, Castelo Branco ou a Guarda.
Com uma área de cerca de 600 km2 é a par de Santarém, cidade com cerca de 60 mil habitantes, a mais extensa cidade do centro do país, tendo cerca do dobro da área de Coimbra.
De forte vocação industrial e sendo a economia mais forte da região centro, é rica em história e ambientalmente um exemplo da florestação necessária para impedir a desertificação que se aproxima, assim continue o processo de aquecimento global a que assistimos.
Morada do Rei D.Dinis, que lhe deu a importância para a zona que hoje tem, foi aqui que se construiu grande parte da madeira que possibilitou os descobrimentos portugueses.
Local possuidor de belas praias, é hoje um pólo com imenso potencial de crescimento, atraindo ao mercado de trabalho muitos dos jovens licenciados nas reputadas universidades de Coimbra.
O que vos parece, habitantes dos distritos do centro que visitem este blog, num cenário próximo de regionalização, Leiria apresentar a sua candidatura a capital da região centro?
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Meu caro Eduardo Graça, se o município aveirense tivesse uma área territorial equivalente a 600Km2 (conforme se refere a Leiria) Aveiro teria uma população superior a 200 mil habitantes. Acredita? Não? Então estude o território! Não se esqueça que 1/3 da área municipal contabilizada é lagunar e que o enquadramento regional aveirense está multipolarizado em diversas cidades: (Oliveira do Bairro, Ílhavo, Gafanha, Estarreja, Águeda, ...) que no caso Ílhavo/Gafanha/Aveiro é um território de perfeita conurbação.
ReplyDeleteVá por mim. Não insista num tema polémico, como é a questão da "Capital" porque isso só dá batatada. Leiria deveria ter direito à sua região, assim como Coimbra, Aveiro, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Santarém, etc.. Até dava mais emprego e as «politicas regionais» seriam de maior próximidade.
..ou não.
ReplyDeleteProve então que não!
ReplyDeleteEm primeiro lugar gostava que se identificassem sobre um pseudónimo, como já tive oportunidade de pedir aos participantes deste blog, nem que seja anónimo 1 ou 2 ou. Assim, podia ser o mesmo anónimo a conversar consigo mesmo e o destinatário nunca iria saber.
ReplyDeleteFeito o repto, o que disse foi que o municipio de Leiria tem cerca de 600km2, um pouco menos mas o numero redondo mais perto é esse.
O de Aveiro tem apenas 200 mil.
E sim, tem razão, a conurbanidade em Aveiro é de momento superior à de Leiria, mas não o suficiente para se dizer que se integrou numa mesma cidade.
A ser assim, teríamos que Lisboa e a Amadora seriam uma e a mesma coisa, como exemplo.
Quanto aos empregos não concordo com o que disse.
Os empregos que diz são sustentados em despesa pública, que por sua vez é sustentada em impostos.
Se partir do principio de que eu parto de que os impostos são para descer no médio longo prazo não é este tipo de emprego que queremos sustentar.
Que lhe parece os programas que temos aqui defendido de requalificação profissional e de incentivo ao empreendorismo com benefícios fiscais e formação multidisciplinar?
Quanto à capital, como já viu aqui defende-se a regionalização poderemos debater posteriormente o porquê e a ser assim, a região centro necessitará de uma capital. É pois um tema a debate.
Já Aveiro pertencer à região centro tenho as minhas dúvidas de que fosse a melhor solução apesar de poder ser uma delas.
Cumprimentos e mais uma vez lanço-vos o repto de se identificarem ainda que no fim da mensagem sob um pseudónimo.
Leiria é uma cidade com um enorme potencial de crescimento. No que toca ao território possui uma exelente localização geografica. A única cidade que talvez se possa equiparar a Leiria, na região centro - a meu ver Aveiro é norte, seria a cidade de Coimbra. Mas não penso que Coimbra possua os requesitos para tal, tornou-se demasiado académica.
ReplyDeleteLeiria pode ser a "capital", dependendo daquilo que é entendido por capital. não devemos de centrar todas as funcionalidades e serviços da região centro na cidade de Leiria, deveriamos de criar a condiçoes para uma rede de troca de bens e serviços entre as principais cidades da região centro, e estas por sua vez irão estar interigadas com outros núcleos em seu redor.
O desenvolvimento urbano deve de ser sustentado, é um assunto mt complexo, o menor erro pode promover a desertificação de umas areas e a sobrepopulação de outras... vou-m ficar por aqui, mas existes muitos conceitos interessantes alusivos a este tema.
A minha identificação poderá ser «Anónimo do Ordenamento Territorial e Desenvolvimento».
ReplyDeleteDisse «200 mil» km2? Só pode estar a brincar com os números! Antes de escrever um artigo deveria ter precaução com os dados que escreve (se são, ou não, assim). Por aqui revejo que demonstra um desconhecimento parcial em diferentes campos. Se fala na suposta nomemclatura «Centro» deveria olhar de forma ampla para o território físico e para as estatísticas.
Ponto 1 - O concelho de Aveiro tem cerca de 200km2 (não chega) onde se inclui a área lagunar. Logo o que equivale a reduzir essa área total em 1/3, o que prefaz cerca de 133Km/2 de superfície terrestre. O mesmo se passa em todos os munícipios da laguna compreendidos entre Ovar a Mira. Entende?
Ponto 2 - Coimbra não tem «Universidades» como refere no seu artigo, mas sim uma Universidade, composta com diferentes Faculdades e tem vários politécnicos.
Ponto 3 - Você refere em relação à conurbação "mas não o suficiente"? E eu questiono-lhe: Desculpe, mas o senhor é formado em? Diga-me o que sabe sobre Conurbações (quantos livros leu?) e o que é esse "suficiente" para si? Há legislação de conurbação? Há distancia legal? Por favor, não brinque com as pessoas formadas... Prefiro lhe esclarecer esse assunto do que rir sobre ele, porque já vi que não entende.
Ponto 4 - Empregos, despesa pública... Sabe que mais? Então regionalizar para quê? Vamos centralizar tudo? É isso que quer? Assim obtemos menos despesa e até pagamos menos impostos. E assim sendo, pela sua lógica, temos menos pessoas a trabalhar e Portugal avança!
Ponto 5 - Você refere "não é este o tipo de empregos que queremos sustentar". Então que empregos pretende sustentar? De políticos, deputados e de vereadores que muitas vezes nem sabem o que dizem? Ou de pessoas formadas e adaptadas ao seu legítimo lugar de formação? Não se esqueça da politização dos quadros no Ordenamento Territorial, estão cheios de pessoas com outras competências de formação, mas sabem mandar bitaites (como qualquer bom português).
Ponto 6 - Quanto ao restante, não pretendo me alongar por outros apêndices.
Ponto 7 - Se pretende equacionar um pequeno exercício da solução do ideal desenho regional tem de saber fazer ponderações, equações e não pode ir nas ondas pré-concebidas que ocultam factores preponderantes no traçado.
Cumprimentos
Antes de mais saudar a sua identificação.
ReplyDeleteEm primeiro lugar o 200 mil km2 foi naturalmente um lapso de escrita e como confirmou os 200km2 são correctos.
Em segundo lugar, agradeço algum conhecimento que me transmitiu sobre alguns aspectos técnicos do Urbanismo.
Quanto à minha formação, está em rodapé de página como poderá ver, e sim, tive uma cadeira de Direito do Urbanismo, que por natureza e impossibilidade temporal não compreende os aspectos técnicos que referiu.
Em terceiro lugar, Coimbra tem mesmo várias Universidades, privadas e públicas. Quando me referi a Universidades, certamente terá percebido que me referia também aos politécnicos, ponto portanto de pouca importância neste comentário.
Adiante então.
Em quarto lugar, Regionalizar para quê?
Respeito-o se defender o mapa actual do século XIX e se entender que este se adapta às necessidades do século XXI.
Não discutindo formações, porque esse não é o objectivo do MMS, uma das minhas áreas de preferência é o Direito Comunitário. E uma das coisas que me chocaram mais aprender foi que devido ao excessivo divisionismo e ao pequeno tamanho das nossas regiões, a elegibilidade para fundos comunitários diminui drasticamente.
Decorre daí que perdemos imensos milhões de euros por ano neste modelo.
Ainda que rebata qualquer outro, aí tem um excelente argumento.
Quinto ponto que apontou, o da despesa pública.
Certamente convirá que 22 staffs de governadores-civis, constituem por certo uma despesa pública muito superior a 7 staffs regionais. E isto, porque organizados eficientemente não vamos mesmo dar emprego a tantos funcionários.
Não há aqui receio no MMS, de assumir que muito emprego público deverá reverter para mão-de-obra privada.
E aqui lhe digo que só pagará menos impostos se o nosso sistema favorecer a criação de empresas e não acolher toda a gente, como se pretendeu fazer, debaixo de um grande “pai”, que teria dinheiro para os sustentar a todos, vitaliciamente, e sem obrigatoriedade de apresentação de resultados.
Fale com alguns e verá como a acomodação lhes impede hoje de pensar num projecto que um dia tiveram de criar algo de novo.
Quem sabe se não teríamos hoje muito mais e melhores empresas.
Este raciocínio como vê, parte de uma posição de principio com a qual poderá discordar naturalmente e a qual eu sempre respeitarei.
Concluo dizendo-lhe que se me candidato é porque não estou aqui para mandar bitaites sem pretender resolver as coisas com a responsabilidade de quem as pode resolver.
E é por acreditar no valor da minha formação, que continua, que pretendo refrescar a política sem os políticos formados nas jotas, formatados no seu pensamento, percurso oposto ao meu.
Continue a participar, e lanço-lhe um convite para ser também autor do blog.
as multiplas regioes deveriam de ser repensadas e restruturas de modo a maximizar a produtividade, todos sabemos que existem demasiadas barreiras burucraticas de regiao para regiao... e temos casos em que existem demasiadas pessoas para determinadas funções, do mesmo modo que tambem se verifica o oposto... assim sendo concordo que existam regioes que podem muito facilmente englobar outras regioes... actualmente o territorio encontra-se demasiado fragmentado... e o tipo de fagmentação esta desajustado, não é a melhor resposta para as actuais necessidades demografico-territoriais.
ReplyDeletePara o "«Anónimo do Ordenamento Territorial e Desenvolvimento».
ReplyDeleteVerifico ser uma pessoa "informada", no entanto a sua "formação" não lhe permite identificar-se neste blog, é portanto em teoria, uma pessoa formada e informada sobre ordenamento territorial e desenvolvimento e até poderia ser util a este blog e ao país mas na prática é uma pessoa mal formada e cobarde, logo inutil a este blog e ao país.
Agradeço, desde já, o seu repto neste seu espaço mas a vida privada e profissional não me permite.
ReplyDeleteMuito sinceramente não verifiquei na totalidade o seu blog, simplesmente encontrei o “título” nas feeds e achei sugestivo para quem diariamente lida com eles e decidi instiga-lo um pouco.
Seria bom esclarecer-lhe da eventual visão redutora/abstracta da chamada NUT Centro e, como tal, referir-lhe alguns pontos ocultos.
Direito do Urbanismo é claramente uma área necessária para a formalização da legislação, daí que a linguagem jurídica seja importante na formalização de normas, regulação (etc) como certamente bem saberá. Não é «por acaso» que a DGOTDU recorre a jusante, isto é aos saber técnico para então proceder na elaboração da norma.
Quando referi «regionalizar para quê?» não seria no sentido de «desabafo pejorativo», foi sim de modo a esclarecer-lhe que, partindo de pressupostos errados (como fez da região centro) o resultado da análise exposta sobre uma eventual capital teria um resultado errado. O debate sobre a regionalização não é simples, poderá ser confuso para o comum cidadão, mas realizar análises ponderativas e multifactoriais de modo a estabelecer uma planificação adequada e com critério de delimitação regional é muito mais do que um simples exercício de poucos factores argumentativos, logo não se pode discutir que é Leiria por X e Y, ocultando todo o alfabeto.
Pois bem, todas as frases dependem sempre da interpretação e do entoamento que vai no intelecto de cada leitor, daí que possa parecer normal que me tenha interpretado que eu defenda os mapas idealizados por Amorim Girão. Pois bem (também eu apanhei com a sua escola).
Podemos discutir, saudavelmente, o tamanho geográfico de uma determinada área mas repare alguns exemplos: Região de Madrid, passe agora o olho sobre o modelo regional da G. Britain (onde nasceu uma das mais notórias escolas de «urban and regional planning»; terra do Sir Patrick Geddes (que se tiver curiosidade fica a saber quem é e o que fez - porque é assim que ensino). Veja as regiões do BENELUX, com maior ênfase na escola francesa do «aménagement du terroir»; assim como poderá auscultar o desenho das regiões alemãs e "por ai a fora…"
Agora navegue sobre Lisboa e Vale do Tejo. Será que o mesmo se verifica na região Norte com a cidade do Porto? Outra questão: Compare a divisão fundiária do Centro e Norte face ao Alentejo, será que podemos abordar e aplicar um critério transversal? Com bom senso a resposta seria logicamente um não.
Temos muitos exemplos de «regiões ilha» pela Europa fora e não será pelo tamanho que se medem forças ou gastos de uma nação ou região. Se me pergunta: Se a região for pequena mais se poupa? Eu respondo: Depende. Se me pergunta: Se a região for grande mais se poupa? Eu respondo: Depende. A poupança/gastos com o pessoal não se medem em metros quadrados esqueça essa história. Há mais ingredientes (ou factores se preferir) que contribuem para as contas regionais, o mais básico de todos é a dispersão populacional. O Alentejo tem concentração ou dispersão? É uma região fácil de regionalizar ou não? Agora verifique o imbróglio que é a região centro e norte. É claríssimo que seria óbvio tomar em conta as regiões dos modelos europeus onde a dispersão populacional existe como cá! Mas o mesmo não acontece! Entende? Temos simplesmente regiões desmedidas a norte do Tejo. (continua) ->
(continuação...)
ReplyDeleteLogicamente que o cargo «Governador Civil» não tem a amplitude nem a estrutura que deveria ter, por isso também não me preocuparia se existisse uma reforma sobre as competências, o sistema e o âmbito, aliás já se devia ter feito.
Por tudo isto, não se esqueça que a conversa surge apenas porque não seria de bom agrado uma afirmação por cada cidade onde concorre o MMS como querendo ser a capital regional.
Conselho: Não afirme “querer ter a capital da região” tão veemente, como se fosse o factor crucial para a vida dos Leirienses. Lute por factores bem mais interessantes como é a harmonização da qualidade de vida dos cidadãos, sem excepção. A dica que lhe deixo seria reivindicar pela despoluição completa da BH do Lis.
Oportunamente verifiquei que é jovem e atencioso, por isso desejo-lhe felicitações para a sua campanha.
Cumprimentos até às terras escalabitanas de Ourém e penso que já não tenho mais nada a dizer por estas margens.
Para o anónimo das (0:54) Trate-se.
Caro anónimo do ordenamento. Gostei do seu post, quando tiver mais algum tempo vou ver mais a fundo essa problemática que é regionalizar a centro e a Norte e sobre a qual tenho ainda dúvidas no mapa que proponho.
ReplyDeleteQuanto a Ourém ser uma terra scalabitana, é grave erro.
Apenas no papel Ourém pertence a Santarém.
Com efeito, Ourém está totalmente cercada pelo pinhal do Rei D.Dinis que se estende até à costa, é um concelho que dista de Leiria cerca de 24 km, e a 80 de Santarém. Não há touradas,não há o espírito ribatejano. É em tudo semelhante a Leiria.
Consta que a proposta de alteração de distrito esteve em mesa da assembleia municipal, mas tal nunca chegou a concretizar-se.
Vá-se lá saber porquê. Talvez estes argumentos não fossem tão poderosos como outros que ainda dominam o país.
Cumprimentos
Verifico com satisfação que a "troca de galhardetes" já é permitida neste blog, sem que ninguem se "ofenda"...
ReplyDeleteTenho lido com atenção os comentários a este post, e há uma questão que não me deixa sossegado..
Pelo que sei o que o MMS, defende é uma REESTRUTURAÇÃO GEOGRÁFICA / ADMINISTRATIVA DO PAÍS, e não a criação de mais um nivel de administração publica no meio dos existentes.
Eu como sou uma pessoa do povo, e embora tenha tido a oportunidade de frequentar alguma formação dita de "nivel superior", continuo a considerar-me um pobre ignorante e é nessa condição que coloco e colocarei sempre as minhas questões, na esperança de poder usufruir dos conhecimentos de quem comigo os queira partilhar.
Assim sendo passo a pedir que me esclareçam como poderiamos reduzir o numero de freguesias do concelho de BARCELOS das actuais 89, para um numero mais razoável ou as 53 freguesias de Lisboa, que fazem com que entre o Largo do Camões e o Chiado existam 4 freguesias diferentes e tornam cada vez mais esta cidade ingovernável do ponto de vista do interesse nacional, e um ninho de podridão partidária, refem dos dois principais partidos politicos, alternativamente ?
Nota: O Orçamento anual da CM.Lisboa é superior a 1,000 milhões de Euros.
Fico a aguardar que os "conhecedores" do tema me possam dar umas dicas..
"Anónimo no anomimato mais anonimo em que é humanamente possivel estar anónimo."
Caro "Verdadeiro Anónimo" (parece-me ser o que pretendeu com o texto em aspas),
ReplyDeleteQuanto à 1ª questão, e nunca se disse aqui o contrário o que se pretende é acabar com as mais de 20 estruturas administrativas distritais e todo o seu staff que dispende milhões ao erário público, para as reduzidas competências que possui.
Então propõe-se que estas reduzidas competências sejam integradas em 7 orgãos administrativos regionais, regiões autónomas incluídas, reduzindo-se assim de forma relevante os custos associados.
Quanto à segunda questão vai ser objecto de post próximo e é de extrema importância.
É talvez por aí que se pudesse ir aumentando gradualmente a dimensão das estruturas administrativas de Portugal e assim ir reduzindo custos.
Excelente ponto.
Caro jovem atencioso, fico feliz por o meu post ter retirado a "prosápia" sem no entanto ter esvaziado de conteudo, a intervenção do "anónimo especialista em ordenamento do território..
ReplyDeletePS - Não tenho seguro de saude..
Tudo bem, Leiria até poderá ser a capital da região centro embora eu acho Coimbra muito mais vocacionadada e central para capital, mas desde que a região centro não inclua a zona oeste, sul do distito de Leiria, para mim tanto me faz qual das duas cidades é maior, isso é guerra de quintal.
ReplyDeleteO que interessa realmente é uma regionalização pondo de parte a lógica do distrito. As regiões têm que ser homogéneas e coerentes por isso o reforço das Nut III com atribuição de competências redimensionadas à sua dimensão e englobadas nas cinco grandes regiões plano é a regionalização mais eficaz para o desenvolvimento sustentável de Portugal.
Caldas da Rainha