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Founder:
Eduardo de Bragança, 25 years old, holds a 5-year Diplom in Law, qualification of Very good, on the political-juridical branch by the Faculty of Law of the University of Lisbon. Having finished his Degree under the Erasmus program at the Università Degli Studi di Génova, he pursued his LL.M. Erasmus Mundus European Masters In Law And Economics with frequencies at the Alma Mater Studiorum Bologna, Universiteit Ghent and Universität Hamburg. The ex-board member of the Portuguese National Law Students Federation, having already been a trainee in two major law firms in Lisbon was also independent head of the list candidate on the Movement Merit and Society for the Leiria District in the Portuguese Parliament Elections 2009. Since the fall of 2010 he is pursuing his Masters (LL.M) in Comparative, International and European legal studies at the European University Institute In Florence.
Contributors:
Eduardo Antunes, 23 years old, holds a 5-year Diplom in Law, qualification of Very good, on the political-juridical branch by the Faculty of Law of the University of Lisbon. Having finished its under-graduate studies, he holds the Internationaler Masterstudiengang Europäische Integration degree from the Europa-Institut, Säarbrucken. He was already the representative of tthe Europa Institut on the Euro-Sim realized in Antwerp. He is from March 2011 trainee of the Energy department of the European Commission.
Tiago Vieira, 26 years old, is a Law degree finalist student at the Lusíada University of Lisbon. Moreover, he was number two as an Independent candidate supporting the Movement Merit and Society on the Portuguese Parliament Elections 2009 .
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Tenho uma grande admiração e respeito pelo Professor MC, mas confesso que ainda admiro mais pessoas como a Procuradora Maria José Morgado ( MJM ), uma vez que enquanto do primeiro ouvimos essencialmente "AVISOS Á NAVEGAÇÃO", na maioria das vezes inconsequentes, porque lhes falta o seguimento.. já no caso da segunda temos uma pessoa que está dentro do sistema, que luta dentro do sistema para que este se altere, e que apesar dos "parcos" resultados continua a sua luta, como se da sua própria razão de viver se tratasse. Ao nivel destes dois só me lembro mesmo do "HOMEM DO BCP", que o estado despediu porque lhe pagava 24,000€/ mês, mas temos bem que tenha sido o unico que trabalhou para o estado que tenha merecido receber esse nivel de vencimento, sem desprimôr para aquela massa anónima de funcionários publicos que agindo segundo a sua própria conciencia ( e só ), não se deixam arrastar para a lama das conveniencias que o sistema lhes proporciona e continuam a agir com principios.
ReplyDeleteEça de Queirós escreveu " Neste país cortam-se as árvores para que se vejam os arbustos"... Até hoje, e na pouca experiência dos meus vinte cinco anos de vida, não li nem vi nada que caracteriza-se tão bem o país em que hoje vivemos,(e o Eça de Queiros já nos deixou à mais de um século...). Entristece-me, muito mesmo, quando no dia a dia constato que é precisamente isso que acontece em todas as camadas da nossa sociedade. Nas repartições de finanças, nos tribunais nas lojas, super mercados, etc... Os que realmente trabalham, são inteligentes, educados, cordatos, são arrastados pela massa infindavel de ignorantes que os fazem desaparecer e muitas vezes lhes dificultam o trabalho e a vida, pois vêem, nas pessoas que trabalham e cumprem o seu dever, um perigo para o sistema estabelecido que tanto beneficia alguns...
ReplyDeleteO "Homem do BCP" incomodou muita gente, e os milhões que ele recuperou não pesaram tanto como o medo de alguns (talvez muitos) que viram os carros de marca, as casas de praia e férias de luxo ameaçadas pela " malvada" transparência e honestidade.
Como já escrevi neste Blogue, o problema deste pais e deste povo é a atitude. Fomos levados para um pântano de apatia para um marasmo sem fim, um " mar de Sargaços" que prende um povo a uma ignorância e pobreza de espirito criada por alguns, com o intuito de manter tudo como está, para que possam continuar a viver com parasitas á custa de um povo que trabalha sem fim, para uma vida melhor que teima em não chegar.