II. Assim, penso que não se deve tomar o diferente por igual aceitando que seja dada ao casamento, como instituição, uma abrangência que compreenda a união homossexual.
III. Não obstante, penso que pode ser defendido pelo movimento, a criação de um novo contrato de convivência de duas pessoas do mesmo sexo que lhes confira direitos análogos ao do casamento, nomeadamente a nível fiscal.
IV. Quanto à adopção, com fiscalização regular,defendo que poderiam ser, depois de precedido amplo debate na sociedade portuguesa, conferidos poderes paternais a indivíduos do mesmo sexo, unidos pelo novo contrato de que há pouco falei, de forma a procurar soluções que sejam objectivamente melhores do que a manutenção destas crianças em instituições de acolhimento social.
É uma mera opinião, vale o que vale, mas que vos parece?
100% de acordo. Mas para isso precisamos de deixar de ser uma sociedade feudal.. mais 200 anos e estamos aptos...
ReplyDeletesim estou inteiramente de accord com isso
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